quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Juíza do trabalho ataca Damares e chama igrejas de desgraça

Juíza do trabalho ataca Damares e chama igrejas de desgraça
Juíza do trabalho ataca Damares e chama igrejas de desgraça
A juíza Elinay Melo, do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, ataca a ministra Damares Alvez e faz cíticas contra à igreja evangélica, onde afirmou que a instalação de igrejas em Marajó é uma “desgraça”.
Os ataques foi durante uma entrevista nessa terça-feira, 24, na Agência Pública em um debate sobre de casos de exploração sexual infantil em Marajó, no Pará, no que se refera à uma das causas defendida pela pasta da ministra.
A magistrada criticou a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, por conta de uma declaração em que a ministra sugeriu a criação de empregos no Marajó através da criação de fábrica de calcinhas.
Segundo informações do portal de notícias, Pleno.news, essa seria uma demanda que foi feita pelos próprios moradores da ilha por conta dos crescentes casos de abuso de menores.
A magistrada também defendeu os governos do PT e do PSDB, e atacou o PSL, ao dizer que durante a atuação das duas primeiras legendas à frente dos governos federal e estadual, o combate ao trabalho escravo funcionava de forma mais eficiente.
A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, que é nacional, começou no governo Lula, e teve uma boa atuação até o governo Dilma. Aqui no Pará, o governo era do PSDB, a comissão funcionava dentro da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e tinha uma boa atuação.
Mas agora o governo do estado foi pro MDB, que deu a secretaria para o PSL. A secretaria está morta, a gente não ouve mais falar de nada, finalizou.
Tomando conhecimento das críticas da juíza, Elinay Melo, a ministra Damares Alvez, usou sua conta da rede social do Twitter e contra tacou de volta dizendo:
Até onde vai a intolerância religiosa neste país? Até que ponto a fé das pessoas será atacada em nome da ideologia?

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Pastor é preso suspeito de oferecer carona e estuprar fiéis



segunda-feira, 27 de agosto de 2018

AS SEITAS PENTECOSTAIS SÃO A DESGRAÇA DO BRASIL

FRUTO DA IGNORÂNCIA DOS POVOS HISPANO AMERICANO,AFRICANO E BRASILEIRO, os maiores caloteiros são os crentes pentecostais, 55 % dos jovens e menores infratores são das seitas penetcostais

segunda-feira, 19 de março de 2018

Seita “cristã” é autuada por trabalho escravo, lavagem de dinheiro, estelionato e tráfico de pessoas

Seita “cristã” é autuada por trabalho escravo, lavagem de dinheiro, estelionato e tráfico de pessoas

A polícia desencadeou recentemente a “Operação Canaã – A Colheita Final”, para investigar uma empresa que possui ligação direta com uma igreja, considerada seita cristã, por manter centenas de pessoas em regime de trabalho escravo, além de utilizar essa atividade como fachada para lavagem de dinheiro e estelionato.
A autuação ocorreu no último dia 15, feita pelo Ministério do Trabalho, contra a empresa Nova Visão Assessoria e Consultoria, ligada a Igreja Cristã Traduzindo o Verbo. Em nove fazendas mantidas pela entidade foram encontrados 565 trabalhadores em condição ilegal, sendo que 438 não tinham registro em Carteira de Trabalho e 32 eram adolescentes.
As fazendas são para produção de hortifrútis e café, supostamente, para manutenção dos próprios integrantes da seita, segundo informações de alguns membros. Essa compreensão dificultou a retirada dos trabalhadores, já que muitos foram “doutrinados” para acreditar no ideal de “coletivismo” da comunidade, algo questionado pelo Ministério do Trabalho.
Além das fazendas, também foram encontrados restaurantes, um posto de combustível e casas comunitárias, todos vinculados ao nome da empresa, ligada a igreja. O Ministério do Trabalho informou que os trabalhadores não tinham remuneração alguma. Eles trabalhavam em troca de comida e um lugar para morar.
No total, 13 pessoas foram presas preventivamente, enquanto outras 10 estão foragidas, todas ligadas à administração da empresa e da seita. Por determinação do Ministério do Trabalho, todos os 565 trabalhadores deverão ter a carteira assinada e também receber os retroativos equivalentes ao período trabalhado de forma ilegal.
A empresa também terá que providenciar o retorno dos trabalhadores aos lugares de origem, além de prestar constas com a justiça acerca das acusações de estelionato e lavagem de dinheiro. Não há notícias sobre o posicionamento dos líderes do grupo sobre o caso. U